Redes Sociais Empresariais

As redes sociais corporativas

Esta semana estava lendo um e-book da Kanta Media, que falava sobre tendências das mídias sociais para 2019 e um dos tópicos que chamou a atenção é sobre “Plataformas Dedicadas”.

O que eles comentam: Anos após anos, surgem diversas redes sociais tentando entregar uma experiência diferente, engajamento social melhorado e irá fazer com que esqueçamos os nossos queridinhos que mais fazem sucesso, o Facebook, Instagram, Youtube e por aí vai.  

Porém até hoje isso nunca aconteceu. Eles continuam perpetuando e crescendo de uma forma realmente exponencial.

E por consequência, essa semana me deparo com o lançamento da rede social do Nubank.

A NuCommunity.

NuCommunity

Não precisa ter uma conta na Nubank para poder entrar, basta realizar um cadastro. Com esta comunidade eles prometem juntar os amantes pelo roxinho e com isso realizar troca de informações, ajudas ou até mesmo uma conversa. E funciona mesmo. Tem o espaço onde tu comentar, compartilhar, marcar alguém, mandar emojis e por aí vai. Eles prometem dar prêmios para quem se engajar o máximo possível, a tal da gameficação.

Achei sensacional e tenho certeza que irá dar muito certo.

Mas segunda a Kantar isso já havia acontecido um tempo atrás, em 2015, onde marcas como Lancome criou a rede social Rose Beauty e em 2017 a francesa Kiabi lançou o We are Kiabi e a Niantic, criado do Pokémon Go adquiriu uma start-up de mídia social chamada Evertoon como intuito de agregar uma camada social em seus jogos. Sem falar na Amazon que criou uma rede tipo o Instagram para que seus usuários possam compartilhar fotos entre si e uma rede de compartilhamento para quem é amante do Kindle.

Podemos perceber marcas estão utilizando de suas plataformas ou até mesmo criando novas com intuito de fazer com que seu público interaja entre si e assim criando tribos especificas dentro destas comunidades.

Mas ok, qual é o intuito por trás disto?

Recolher dados. Saber exatamente quem são vocês! Hoje em dia não basta apenas saber qual é o teu nome e sobrenome, tua idade e de que cidade está se comunicando. Isso é virou o básico quando se fala de recolhimento de dados.

Este novo mundo, que chamamos de digital, mostrou que podemos conseguir entender nosso púbico na sua real essência.

Qual é o teu gosto musical? Que número do tênis você usa? Você tem tendências em gostar de chocolates? Qual o motivo de você não gostar de rock e sim de música eletrônica?

As marcar querem te conhecer melhor que sua mãe!

Isso é fato!

E isso está errado? Digamos que em partes.

As marcas sabendo quem são vocês profundamente conseguirá entregar um experiência de serviço ou produto muito mais assertiva. Criar novos produto e serviços conforme a real necessidade de seu público. Tomar decisões de posicionamentos mediante a grande massa.

Recolhendo os dados de seu público será possível economizar em pesquisa de tendências, os custos irão diminuir com testes, protótipos e lançamentos furados. Faz muito sentido.

O lado ruim é que sua privacidade pode estar ameaçada. A marca de antes que tu achavas queridinha, sabe tudo sobre você. Tudo mesmo! E com isso ter a capacidade de lhe cercar com serviços e produtos pensados exatamente em seu comportamento e que, dificilmente irá escapar, e assim entrando em um ciclo vicioso de consumo sem perceber.

Parece sombrio, porém ainda nada está consolidado. Mas é o que está acontecendo.

Se você é uma empresa comece a avaliar de que forma poderia aplicar isso em seu negócio. Será um grande diferencial na estratégia e crescimento futuro dela.

Agora se você é apenas um usuário fique de olho. Só isso para te dizer! Haha

Considerações:

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Vamos espalhar conhecimento!

Caso tenha alguma dúvida, envie um e-mail para junior@agenciaplanum.com.br ou deixe um comentário abaixo.

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